Vale do Távora e Douro

Mensagem do Presidente

 

A Caixa de Crédito Agrícola Mútuo do Vale do Távora e Douro, fruto de vários processos de fusão, tem Agências originárias do ano de 1926, tendo-se sempre orientado para melhorar a qualidade de vida da população local onde se insere.

O nascimento da Caixa de Crédito Agrícola Mútuo do Vale do Távora e Douro é fruto de uma conjugação de vontades locais, sendo os rios Tedo e Távora, afluentes do Douro, o traço de união.

Encaixado entre as Beiras e o Douro, entre o reino do xisto e do granito, o Vale do Távora e Douro é tudo menos uma zona homogénea.

A área de acção desta CCAM desenvolve-se entre os vales de xisto cavado, o Douro e os seus afluentes Tedo e Távora, onde predominam a vinha, a oliveira e outras espécies e sistemas de agricultura tipicamente mediterrâneas, até às frias serranias graníticas, onde pontificam castanheiros e manchas de floresta e outras espécies típicas de climas com características mais continentais.

Distinguem-se assim, duas zonas climáticas extremas, uma marcadamente mediterrânea, com Verões quentes e secos, e outra tipicamente de montanha, com Invernos frios e chuvosos. Entre estas duas zonas desenvolve-se um variado espectro de climas e micro-climas de características mistas.

Fiel aos valores que estiveram na sua génese, vai conquistando o carinho, a confiança e o reconhecimento da população, sendo hoje uma entidade de referência nos dois distritos onde opera e a nível nacional.

O vínculo estreito estabelecido entre a CCAM do Vale do Távora e Douro e a população local é uma das características que serve de estímulo para fazer mais e melhor, aspirando ao crescimento progressivo e maior expansão.

Orgulhamo-nos do trabalho que temos vindo a desenvolver ao longo dos anos na região, de todos os contributos que proporcionamos para o seu desenvolvimento, almejando um amanhã sempre melhor do que hoje.

Muito foi feito e muito há para fazer. No entanto, temos noção do rigor, da persistência e da ambição de todos os que vivem e respiram Caixa de Crédito Agrícola Mútuo do Vale do Távora e Douro, daí a firme confiança de que juntos vamos enfrentar o futuro, triunfar e prevalecer.


Termino com uma frase de Miguel Torga:

“Um mundo! Um nunca acabar de terra grossa, fragosa, bravia, que tanto se levanta a pino num ímpeto de subir ao céu, como se afunda num abismo de angustia, não se sabe por que telúrica contrição.”


Francisco Eduardo das Neves Rebelo,

Presidente do Conselho de Administração.