Desporto

Automobilismo

Paulo Ramalho/Rui Ramalho

Ao contrário das corridas em circuito, cada piloto compete sozinho, a partir de um ponto de início na base de uma montanha, atingindo a meta próxima do topo da montanha.
O campeonato nacional e europeu permite a participação de carros de fórmula (monolugares), sport-protótipos de cockpit aberto e carros de turismo, com vários graus de preparação técnica.

O Crédito Agrícola marca presença neste Campeonato desde 2011 através do patrocínio ao piloto Paulo Ramalho e a partir de 2014 também ao seu irmão Rui Ramalho.
Paulo Ramalho conta com um extenso curriculum de automobilismo e kart, neste Campeonato de Montanha detém dois títulos de Campeão Absoluto e três de Vice-Campeão.

O seu irmão Rui Ramalho iniciou a sua participação no Campeonato de Montanha em 2014 e segue as pisadas do irmão Paulo, consolidando a cada ano a sua progressão como piloto, tendo sido em 2016 Vice-Campeão Nacional e alcançando finalmente em 2017 o ambicionado título de Campeão Nacional de Montanha.

Rafael Lobato

Rafael Lobato é um jovem piloto de 16 anos e uma grande promessa do automobilismo nacional e internacional.

Este jovem piloto apoiado pelo Crédito Agrícola desde 2014 deu em 2015 um salto qualitativo na sua carreira, ao ingressar na Classe Rainha da velocidade, o “Campeonato Nacional de Velocidade”, com um Norma M20FC / Honda de 2.000cc, com o qual conta disputar as vitórias nesta classe.

Bodyboard

Teresa Almeida

Teresa Almeida é um dos nomes mais carismáticos do BodyBoard nacional e internacional, esta jovem de 22 anos, foi em 2014, Campeã do Mundo, em Iquique, no Chile.

Esta competição envolveu 170 atletas, de 24 países, tendo a atleta alcançado a medalha de ouro no escalão feminino, título que não era conquistado por nenhuma atleta portuguesa há 16 anos.

A aposta do Crédito Agrícola nos jovens e nos desportos de ar livre levou a que fosse estabelecida uma parceria de patrocínio entre o Crédito Agrícola e a jovem Campeã Teresa Almeida.

Ciclismo

Alcobaça Clube de Ciclismo

O ciclismo é sinónimo de ar livre e natureza. Hoje em dia é comum, amigos fazerem longos passeios de bicicleta, seja na vertente de estrada ou de todo o terreno, tendo sempre presente valores como a amizade, solidariedade e companheirismo.

As equipas apoiadas pelo Crédito Agrícola são equipas de referência do pelotão nacional nas mais variadas classes, desde os mais novos até aos sub-23. A aposta na formação cívica e desportiva dos jovens é um objectivo sempre presente na política de patrocínios e apoios do Grupo Crédito Agrícola.

O saber trabalhar em equipa, alcançar bons resultados e concretizar os objectivos são os pontos de afinidade entre a realidade do ciclismo e a vivência diária no Grupo Crédito Agrícola.

Igualmente ao nível de provas, o Crédito Agrícola marca presença nos grandes eventos velocipédicos tais como a Volta a Portugal do futuro, Volta a Portugal de Juniores, provas de elites e profissionais, entre muitas outras em Portugal e no estrangeiro.

Motociclismo

Mário Patrão

O Crédito Agrícola patrocina a participação do piloto português Mário Patrão na edição de 2018 do Dakar, que tem início no dia 6 de Janeiro, em Lima, no Perú. O Banco é o principal patrocinador do piloto português que participa na prova pela sexta vez. Este ano, e tal como aconteceu em 2017, estará integrado na equipa oficial da KTM.

O piloto português estará aos comandos de uma das sete motos 450 Rally que a KTM preparou para esta 40ª edição, que termina a 20 de Janeiro, em Córdoba, na Argentina.

Licínio Pina, presidente do Grupo Crédito Agrícola, considera que a presença de Mário Patrão em mais um Dakar “mostra a valia do piloto português numa das provas mais duras desta modalidade. A determinação, a coragem e a disciplina são características fundamentais para participar numa prova como o Dakar e são também valores partilhados pelo Crédito Agrícola que mantém o seu apoio a Mário Patrão desde 2004”.

O objectivo deste ano passa por melhorar o 13º lugar conquistado em 2016. “Sabemos que o Dakar é uma prova dura, são 14 dias de corrida, muitas horas em cima da mota, pelo que estamos conscientes da dificuldade do que nos espera”, salienta o piloto português que mais títulos conquistou no todo-o-terreno nacional.